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Mantendo a tradição, nesta quinta-feira (02), durante a leitura da Mensagem Anual para os deputados estaduais na Assembleia Legislativa do Piauí (Alepi), o governador Rafael Fonteles (PT) informou que 1.600 aprovados no concurso da Polícia Militar serão convocados ao longo do ano de 2023. De acordo com o chefe do Palácio de Karnak, essa será mais uma das ações adotadas para reprimir a violência em todo o Estado.
“Todo o plano de governo aprovado nas urnas tem [100% de recursos assegurados para as ações de segurança]. Nas metas que estão lá, inclusive, anunciei durante o discurso, que serão 1.600 homens contratados, ou seja, 1.072 no curso de formação e outros 520 entram no 2º semestre. Então, já devemos nomear os 1.072 no meio do ano e os outros no final do ano”, esclareceu Rafael.
Ainda durante seu discurso, o governador lembrou que no plano de governo a promessa é convocar 4 mil policiais militares, além do investimento em tecnologia e melhorias na estrutura da segurança pública do Estado.
“Desse número citado, para chegar aos 4 mil policiais, que foi nossa proposta de campanha, pelo menos 800 policias serão efetivados em cada um dos anos de 2024, 2025 e 2026. Fora o investimento em tecnologia, o fortalecimento da estrutura da polícia, da sede da Polícia Civil, Polícia Militar, dos batalhões, da GPM, delegacias especializadas”, explicou o governador.
Facções no estado
A respeito da presença de organizações criminosas por todo o estado, o governador Rafael Fonteles afirmou que as delegacias especializadas serão equipadas e estruturadas para combater essa realidade. “As delegacias de combate às facções também serão fortalecidas, pois o Piauí, infelizmente, assim como o Brasil inteiro, passou a conviver com essas facções, que serão duramente reprimidas pela Secretaria de Segurança. Mas como falei, não basta só a repressão, tem que ter também o estado chegando às comunidades, principalmente as mais violentas, com educação, com oportunidade de trabalho. Por isso trabalharemos em paralelo, aí sim, teremos paz no nosso estado”, concluiu Rafael Fonteles.








