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Na manhã desta quinta-feira (06), o ex-candidato a governador do Piauí, Sílvio Mendes (União Brasil), anunciou o apoio a Jair Bolsonaro (PL) para presidência da República no segundo turno das eleições. O anúncio ocorreu ao lado do ex-candidato a senador Joel Rodrigues (Progressistas).
O comunicado ocorreu às 11h30 de hoje, no escritório de campanha de Sílvio, localizado na rua Antônio Tito, número 345, Jóquei, zona leste de Teresina. Antes mesmo da formalização do apoio fomos informado por uma fonte do Progressistas que Sílvio vai aderir a Bolsonaro e trabalhar pela reeleição do presidente no Estado.
“Cabe aqui mais uma vez agradecimento a cada piauiense, a cada liderança que confiou na nossa mensagem, nas nossas comparações e o resultado, claro, respeitado sempre. Essa é a essência da democracia. Então, nesse momento eu quero anunciar a vocês que, ouvindo todos os partidos, aliados do União Brasil, que continua na presidência do Marcos Elvas, ouvindo todos, refletindo, olhando pro futuro, olhando o horizonte mais largo, nós decidimos apoiar o presidente da república Jair Bolsonaro”, afirmou Sílvio.
A disputa pelo Palácio do Planalto, que está entre os dois polos políticos do Brasil, Jair Bolsonaro, buscando sua reeleição, e Luiz Inácio Lula da Silva, líder do PT, foi pauta de diversos questionamentos a Sílvio Mendes ao longo da sua campanha. Além disso, durante o primeiro turno, o ex-candidato se esquivou de declarar qualquer apoio a ambos os lados, mesmo compondo o time de Ciro Nogueira (Progressistas), ministro-chefe da Casa Civil e principal aliado de Bolsonaro no Piauí.
Inclusive, ainda durante o primeiro turno, Sílvio Mendes também evitou radicalismos, afirmando que quando ocupava o cargo de prefeito de Teresina, manteve um relacionamento saudável com o ex-presidente Lula.
No entanto, durante a coletiva de imprensa, ao ser questionado sobre seu posicionamento na campanha sobre os candidatos nacionais, Silvio afirmou que o foco não era esse, mas que entende que o momento de ser falado é agora.
“Porque eu era candidato a governador do Piauí. Fizemos comparações, a oposição se organizou de uma forma que ninguém imaginava e lutamos contra o governo que nós por convicção achamos ruim isso, né? E a questão nacional foi deixada por um outro momento, mas poderia ter sido decidido em primeiro turno. Então, o meu propósito e o de me moveu a voltar a atividade política foi tentar cuidar e mudar os indicadores sociais da economia do Piauí. Nós tínhamos uma opção diferente, mas a maioria que se viu foi quem governo”, concluiu.








